Caros,
mantendo a nossa tradição e adulterando as datas pelos melhores motivos, convocam-se todos os tertulianos da zona de Lisboa e arredores para o famoso manjar de Garoupa no Forno, que só de pensar nos deixa de água na boca.
Para as inscrições podem recorrer ao FB: https://www.facebook.com/events/1564598663770329/, no evento criado para o efeito. Basta escolher VOU!
Até sexta às 20h, no lugar do costume!
terça-feira, 25 de novembro de 2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
MAGUSTO em LISBOA
Desta vez o pretexto para os antigos
alunos se reunirem, na Casa SVD de Lisboa, foi o tradicional Magusto.
Na tarde cinzenta de Sábado, dia 22 de
Novembro, o pessoal foi chegando à sala reservada para o evento, saudando os
que já lá estavam. Juntaram-se em pequenos grupos de animado diálogo, tecendo
considerações sobre as recordações vividas no Seminário, e também acerca das
experiências e problemas da vida actual.
Era tão grande a animação, que se põe a
questão e intuir o que une este grupo de pessoas, com idades diferenciadas,
vindo a maioria da zona da Grande Lisboa, e outros de mais longe, e logo se
concluiu que é a “chama verbita”, que continua a brilhar no interior de cada
antigo aluno. Trouxeram as esposas e outros familiares e amigos, que já se
habituaram a estes momentos de convívio. O número de presenças foi semelhante
ao dos dois anos anteriores, sinal de estabilidade, situando-se à volta de 50
participantes.
Uma cara nova é sempre notícia e desta vez foi o Arlindo Santos, antigo
colega do Antero e do Moleiro, que apareceu após cinquenta e tal anos, mas tem
acompanhado sempre a vida associativa pelo jornal. Revelou contentamento e
disse ter valido a pena o esforço para vir.
Os três alunos da casa, que vieram ao
nosso encontro são um de cada nação: Angola, Indonésia e Filipinas. No nosso
tempo formavam-se missionários com destino a estas terras distantes, agora é ao
contrário pois vêm de lá para a Europa.
O Presidente da AAVD, Eduardo Moutinho,
veio do Porto para estar com sócios da Zona Sul, e inteirar-se do pulsar real
da associação.
O Leonel surpreendeu o pessoal ao vir do
Fundão, sendo saudado efusivamente. Ele próprio ficou radiante ao encontrar o
Antão, seu colega de curso que não via desde a saída do seminário. Ficou até ao
fim, ajudando os organizadores nas arrumações.
A logística, as castanhas, os grelhados e
tudo o mais foi garantido pelos três Delegados Regionais e suas esposas, que
contaram com a colaboração do Messias O Vicente a assar castanhas, Aníbal e
Messias nos grelhados e Pinto na contabilidade. A mesa foi composta com o que
cada um entendeu trazer para oferecer aos seus amigos. As castanhas foram
chegando quentinhas, e para acompanhar jeropiga produzida no Ferro, Covilhã, que
veio do Encontro do Tortosendo, adquirida por um sócio (Antero) que a ofereceu
aos participantes no Magusto
O Vítor Geraldes levou umas garrafas de
vinho do Porto, melhorado através de um processo de diálise, que decorre no
Instituto Superior Técnico, sob a sua alçada. Assim é tratado um produto de
menor qualidade, que recupera as suas características e fica apto a entrar no
mercado. O pessoal provou e gostou, pois tem um sabor agradável.
. Faltou o Vítor Batista com a sua viola e o Freire com a concertina
para animar o ambiente, mas o pessoal passou o tempo à volta das mesas
conversando animadamente em pequenos núcleos. O que resultou deste encontro,
foi um fortalecer dos laços de união entre os antigos alunos verbitas e seus
familiares, para todos juntos continuarmos a difundir a causa missionária da
Congregação do Verbo Divino.
Depois foi a debandada, levando cada um,
boas recordações do convívio com os amigos, e vontade de participar em futuras
actividades promovidas pela Associação dos Antigos Alunos.
Um agradecimento ao Pe. António Lopes,
reitor da Casa de Lisboa, que nos acolheu com simpatia, bem como ao Pe. Leite,
Superior Provincial, tendo ambos convivido com o grupo de participantes.
António
Pinto
PRESENÇAS:
Aníbal Marques
Antero Nabais Paulo
António Lobo da Silva
António Monsanto Registo
António Pinto e Olívia
António Reis
Antº Vicente Almeida e Luísa
Apolinário Mendes
Arlindo Afonso Santos
Artur Santos
Daniel Reis
Eduardo Moutinho Santos
Eduardo Rego
Filipe Seguro
Francisco C Matos e Isabel
Francisco Barroso
Francisco Jerónimo
Francisco Magueijo e Mª Jesus
Henrique Nunes
João Carlos Balão
Joaquim Bernardo Corte (parente)
Joaquim José Corista e Isabel
José Antº Delgado
José Carlos T Martins
José Magalhães e Guiomar
Leonel Feiteiro Francisco
Luís Gens Rebelo
Luís Vaz
Manuel Antão
Manuel Nobre
Manuel Peres Sanches e esposa
Messias e Natividade
Nicolau Marques
Óscar Mota
Patrick Gil Morais
Ricardo Figueira
Vítor Geraldes
Pe. António Lopes (Reitor)
Pe. António Leite (Provincial)
Pe. Carlos Coutinho
Pe. Feciciano Sila
3 alunos verbitas
TOTAL 52 pessoas: sendo 37 AA, 8 esposas, 4 Padres e 3
alunos verbitas
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Pacto das Catacumbas
No dia 16 de Novembro de 1965, 40 bispos que participavam no Concílio Vaticano II reuniram-se nas catacumbas Domitila, em Roma. Inspirados pelo que estava acontecendo e que havia sido dito durante o Concílio, assinaram o que hoje é conhecido como o Pacto das Catacumbas. Com este pacto, os bispos comprometeram-se a caminhar com os pobres e a ser uma Igreja pobre ao serviço dos pobres da Igreja. Para conseguir isso, eles comprometeram-se a levar uma vida simples e renunciar a todos os símbolos do poder. Ontem, iniciaram-se as comemorações desse acontecimento com uma Celebração da Palavra nas mesmas catacumbas. O texto continua actual e muitas das propostas que o papa Francisco tem feito à Igreja já ali se encontram. Em anexo segue o texto. Vale a pena ler, meditar e divulgar.
P. José Antunes, svd
“PACTO DAS
CATACUMBAS DA IGREJA SERVA E POBRE [1]
Nós, Bispos, reunidos no
Concílio Vaticano II, esclarecidos sobre as deficiências de nossa vida de
pobreza segundo o Evangelho; incentivados uns pelos outros, numa iniciativa em
que cada um de nós quereria evitar a singularidade e a presunção; unidos a
todos os nossos Irmãos no Episcopado; contando sobretudo com a graça e a força
de Nosso Senhor Jesus Cristo, com a oração dos fiéis e dos sacerdotes de nossas
respectivas dioceses; colocando-nos, pelo pensamento e pela oração, diante da
Trindade, diante da Igreja de Cristo e diante dos sacerdotes e dos fiéis de
nossas dioceses, na humildade e na consciência de nossa fraqueza, mas também
com toda a determinação e toda a força de que Deus nos quer dar a graça, comprometemo-nos
ao que se segue:
1) Procuraremos viver segundo o modo ordinário
da nossa população, no que concerne à habitação, à alimentação, aos meios de
locomoção e a tudo que daí se segue. Cf. Mt 5,3; 6,33s; 8,20.
2) Para sempre renunciamos à aparência e à
realidade da riqueza, especialmente no traje (fazendas ricas, cores berrantes),
nas insígnias de matéria preciosa (devem esses signos ser, com efeito,
evangélicos). Cf. Mc 6,9; Mt 10,9s; At 3,6. Nem ouro nem prata.
3) Não possuiremos nem imóveis, nem móveis, nem
conta em banco, etc., em nosso próprio nome; e, se for preciso possuir, poremos
tudo no nome da diocese, ou das obras sociais ou caritativas. Cf. Mt 6,19-21;
Lc 12,33s.
4) Cada vez que for possível, confiaremos a
gestão financeira e material em nossa diocese a uma comissão de leigos
competentes e cônscios do seu papel apostólico, em mira a sermos menos
administradores do que pastores e apóstolos. Cf. Mt 10,8; At. 6,1-7.
5) Recusamos ser chamados, oralmente ou por
escrito, com nomes e títulos que signifiquem a grandeza e o poder (Eminência,
Excelência, Monsenhor...). Preferimos ser chamados com o nome evangélico de
Padre. Cf. Mt 20,25-28; 23,6-11; Jo 13,12-15.
6) No nosso comportamento, nas nossas relações
sociais, evitaremos aquilo que pode parecer conferir privilégios, prioridades
ou mesmo uma preferência qualquer aos ricos e aos poderosos (ex.: banquetes
oferecidos ou aceitos, classes nos serviços religiosos). Cf. Lc 13,12-14; 1Cor
9,14-19.
7) Do mesmo modo, evitaremos incentivar ou
lisonjear a vaidade de quem quer que seja, com vistas a recompensar ou a
solicitar dádivas, ou por qualquer outra razão. Convidaremos nossos fiéis a
considerarem as suas dádivas como uma participação normal no culto, no
apostolado e na ação social. Cf. Mt 6,2-4; Lc 15,9-13; 2Cor 12,4.
8) Daremos tudo o que for necessário de nosso
tempo, reflexão, coração, meios, etc., ao serviço apostólico e pastoral das
pessoas e dos grupos laboriosos e economicamente fracos e subdesenvolvidos, sem
que isso prejudique as outras pessoas e grupos da diocese. Ampararemos os
leigos, religiosos, diáconos ou sacerdotes que o Senhor chama a evangelizarem
os pobres e os operários compartilhando a vida operária e o trabalho. Cf. Lc
4,18s; Mc 6,4; Mt 11,4s; At 18,3s; 20,33-35; 1Cor 4,12 e 9,1-27.
9) Cônscios das exigências da justiça e da
caridade, e das suas relações mútuas, procuraremos transformar as obras de
"beneficência" em obras sociais baseadas na caridade e na justiça,
que levam em conta todos e todas as exigências, como um humilde serviço dos
organismos públicos competentes. Cf. Mt 25,31-46; Lc 13,12-14 e 33s.
10) Poremos tudo em obra para que os
responsáveis pelo nosso governo e pelos nossos serviços públicos decidam e
ponham em prática as leis, as estruturas e as instituições sociais necessárias
à justiça, à igualdade e ao desenvolvimento harmônico e total do homem todo em
todos os homens, e, por aí, ao advento de uma outra ordem social, nova, digna
dos filhos do homem e dos filhos de Deus. Cf. At. 2,44s; 4,32-35; 5,4; 2Cor 8 e
9 inteiros; 1Tim 5, 16.
11) Achando a colegialidade dos bispos sua
realização a mais evangélica na assunção do encargo comum das massas humanas em
estado de miséria física, cultural e moral - dois terços da humanidade -
comprometemo-nos:
- a participarmos, conforme nossos meios, dos
investimentos urgentes dos episcopados das nações pobres;
- a requerermos juntos ao plano dos organismos
internacionais, mas testemunhando o Evangelho, como o fez o Papa Paulo VI na
ONU, a adoção de estruturas econômicas e culturais que não mais fabriquem
nações proletárias num mundo cada vez mais rico, mas sim permitam às massas
pobres saírem de sua miséria.
12) Comprometemo-nos a partilhar, na caridade
pastoral, nossa vida com nossos irmãos em Cristo, sacerdotes, religiosos e
leigos, para que nosso ministério constitua um verdadeiro serviço; assim:
- esforçar-nos-emos para "revisar nossa
vida" com eles;
- suscitaremos colaboradores para serem mais uns
animadores segundo o espírito, do que uns chefes segundo o mundo;
- procuraremos ser o mais humanamente presentes,
acolhedores...;
- mostrar-nos-emos abertos a todos, seja qual
for a sua religião. Cf. Mc 8,34s; At 6,1-7; 1Tim 3,8-10.
13) Tornados às nossas dioceses respectivas,
daremos a conhecer aos nossos diocesanos a nossa resolução, rogando-lhes
ajudar-nos por sua compreensão, seu concurso e suas preces.
AJUDE-NOS
DEUS A SERMOS FIÉIS".
[1] KLOPPENBURG, Boaventura
(org.). Concílio Vaticano II. Vol. V,
Quarta Sessão. Petrópolis: Vozes, 1966, 526-528. Assinado nas catacumbas de Domitila, Roma, no
dia 16 de novembro de 1965.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
MAGUSTO - A A V D Delegação Regional – Zona Sul
Dia: 22 Novembro 2014 (Sábado) – às 15 H
Local: Casa SVD / Lisboa
Rua S. Tomás de Aquino, 15
1600-203 Lisboa – tel. 217 220 200
(Itinerário mapa…)
Meus
caros:
Como é
tradicional, anuncia-se a realização do Magusto de S. Martinho,
para o qual se convidam todos os Antigos Alunos com
seus familiares e amigos. Decide-te a participar …e poderás passar uma tarde
alegre!
Quem quiser trazer uma garrafa de vinho, jeropiga,
queijo, presunto, petiscos regionais e sobremesas, tudo isso ajudará a compor a
mesa.
(NOTA: Um sócio já ofereceu um garrafão de Jeropiga! Bem-Haja!)
É uma boa
oportunidade para os que ainda não conhecem a casa, e para os outros é sempre
bom regressar onde nos recebem bem.
Solicita-se a quem
tenha uma concertina ou uma viola, que
traga para animar o ambiente festivo.
Desafia um amigo e venham juntos!
Para os organizadores poderem adquirir os
géneros na 5ª e 6ª Feira, agradecemos o favor de confirmação das
presenças até dia 19 de Novembro (4ª F --22h)
ou sendo pela Internet até
às 24h. Contacta…:
--António Pinto:
214 575 118 e 963 987 686 – email: pintolivia@sapo.pt
Para os que têm a net como elo de ligação, O BLOG Sabor
da Beira, dará todo o apoio a esta
iniciativa, o que a organização agradece.
A esses apelamos a que se inscrevam aqui no
Blog…
Esperamos por vós
e enviamos saudações verbitas.
Os Delegados da Zona Sul
Pinto, Vicente e Aníbal
Inscrições (aqui ou no FB):
Inscrições (aqui ou no FB):
- Aníbal Marques
- António Pinto e Olívia
- Antº VICENTE Almeida e Luísa
- Daniel Reis
- Manuel Nobre
- Eduardo Moutinho Santos
- Henrique Barata Nunes
-
Chico Barroso
- José Freire e Anita
- Joaquim Bernardo Corte (Parente)
- Messias Gomes e Natividade
- António Registo
- Antº Lobo da Silva
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