quinta-feira, 31 de março de 2016

Novo Livro - José Veiga Freire

Livro do José Veiga Freire - será apresentados dia 23 de Abril, pelas 16 h na Biblioteca Municipal do Fundão:


O Zé não pára de nos surpreender. É como o Porto Vintage, quanto mais anos, melhor!

E nada como utilizar as suas palavras para aguçar a vossa curiosidade e para vos desafiar (juntam-se algumas fotos do livro aqui referido): 
"(...) queria convidar todos os nossos associados a marcarem presença no dia do lançamento, no Fundão. Serão todos bem-vindos !
>> Finalmente, dizer que em Julho ( data a anunciar oportunamente ) irei realizar uma exposição de trabalhos meus no Casino de Lisboa, onde será também apresentado o livro."





Grande Zé Freire!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

7º Aniversário do ‘Sabor da Beira’




Eram trinta e tal e divertiram-se a gosto!

   É sempre assim, quando nos reunimos sob a aba larga do Sabor da Beira, o blog onde vamos trocando ideias, partilhando alegrias e tristezas, enfim, dizendo uns aos outros que continuamos vivos, tanto quanto possível felizes e, sempre, dispostos a avivar as velhas amizades.

   Desta vez, o dia foi 22 de Janeiro e tratava-se de celebrar o 7º aniversário da nossa espécie de tertúlia disfarçada de ‘blog’. Foi no Hotel Olissippo do Oriente, tendo assim nós voltado ao local do primeiro encontro em Janeiro de 2009. E como sabíamos que, por lá, quem reina é o Fernando Carvalho, esperar bom trato, boa mesa e boa pinga era apenas um burocrático item do programa. Que se cumpriu à risca, como é óbvio, em especial no que dependia do inestimável Fernando. Aliás, ele próprio se encarregou das
boas-vindas e de saudar pessoalmente quem ia chegando, como eficiente anfitrião.

    Circunstâncias se conjugavam, no entanto, para levantar algumas dúvidas quanto à adesão, dado tratar-se de uma sexta-feira e se confirmar uma noite de chuva. Mas nada disso contou para fazer hesitar os trinta e tal inscritos. O que contou, sim, e esteve sempre à tona foi a teia cerzida pela nossa velha amizade e solidariedade quem entretanto se forjou entre nós.

    O jantar em “buffet” foi variado com bom-gosto e algum requinte. À mesa saciava-se o apetite e prosseguiram os diálogos amistosos com os parceiros do lado. Houve lugar a foto de grupo.

    O serão foi animado pelo conjunto musical “Beata Tempora”, com o Registo no bandolim, Marcos e Xico Barroso nas violas e Ricardo Figueira no adufe. Entoaram canções populares e algumas do tempo do seminário. O Casimiro participou no coro, enquanto o Artur expandia e contagiava com a sua boa disposição todos ao seu redor.

Registe-se a presença do Eduardo Moutinho, presidente da Direção da AAVD, que veio do Porto, e ofereceu um livro antigo de cânticos ao grupo musical. Já o Lúcio Pereira, que não vinha há cinco anos, pôde encontrar os seus colegas de noviciado Nicolau e Tó Rui. Quanto aos restantes, costumam participar nos convívios do Blog, sendo uns “certinhos” e outros que vêm mais esporadicamente.

     O serão decorreu num ápice, com alguns a sair por volta da meia-noite. A festa terminou já depois da 1h da manhã dando-se a debandada geral.

     Foi um agradável convívio em que os laços de amizade foram reforçados, ficando a vontade de participar em futuros eventos. Valeu a pena! E que «venha o próximo!», terão exigido, implícita ou explicitamente, aqueles bravos 32 maduros que se divertiram tanto a gosto.  

António Pinto e Daniel Reis          

Presenças

Aníbal Marques

Antº Casimiro Barata e Leonor

Antº Manuel Marcos

António Pinto

António Registo

Antº Rui Barata

Artur Santos e Edite

Daniel Reis e Lia

Eduardo Moutinho

Fernando Carvalho

Francisco Barroso

Henrique Nunes

João Carlos Balão

José António Delgado

José Carlos T Martins

José Manuel Eusébio

José Manuel Portas

José Martins

Lúcio Robalo Pereira e Natália

Luís Garcia (Chefe)

Nicolau Marques

Óscar Mota

Porfírio Santos Pinto

Ricardo Figueira

Vítor Gaspar

Vítor Batista e Cristina

Vítor Geraldes

TOTAL= 32 pessoas: 28 AA+4 esposas

domingo, 10 de janeiro de 2016

7 Anos do Sabor da Beira


22 de Janeiro, às 20h, no Hotel Olissippo Oriente!

Vamos, todos, focar melhor esta foto? E acrescentar mais caras e mais sorrisos neste, que já se tornou um convívio anual da tertúlia do Sabor da Beira que tem como lema:
"sem pretensões sem responsabilidades colectivas mas com a consciência individual de que todas as coisas se fazem apenas se cada um se empenhar" - artigo único! 
E, assim, nos temos mantido. Umas vezes, mais, outras muitos e às vezes, alguns, mas sempre à espera de todos. 
O nosso amigo Fernando Carvalho, franqueou, de novo, as portas do Olissipo, para que posssamos passar uma noite agradável com as nossas famílias e todos os amigos que queiram estar connosco. Os "Beata Tempora" estão prontos para a animação da noite e à espera da tua voz e/ou instrumento(s), para dar coro, vida e alegria ao convívio. 
Prepara-te! (https://www.facebook.com/sabor.dabeira/videos/1048466385206148/?theater
Para podermos encontrar o melhor espaço e elaborar uma boa ementa, precisamos de saber com quem contamos. Coloca quanto antes a tua decisão neste evento, marcando a tua presença ou ausência. Caso tragas familiares ou amigos, deixa uma nota nos comentário. 
Os nossos contactos estarão sempre disponíveis para qualquer esclarecimento.
- Fernando Carvalho: 919 188 156 
- Vitor Baptista: 966 745 077.
NOTA: Para maior conforto nas inscrições podes usar o evento criado no FB: clica aqui!


D. Ementa

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Jantar do Sabor da Beira

Mesa compostinha
Com uma reduzidíssima participação de animados tertulianos teve lugar mais um jantar da nossa querida tertúlia onde  todos são benvindos e só faz falta quem está. Só não passamos sem a D. Garoupa, que nos deixa de saliva na boca enquanto a esperamos e nos põe de boca aberta quando chega à mesa. Entretanto, mastigamos umas palavras e matamos umas saudades, pomos as tricas e as tretas em dia e damos mais um trago de vinho que aquece e anima a alma. Nada de mais, nem de intelectualmente acima da média.
Beata Tempora - Formação original

Não me atrevo a chamar a este convívio, jantar de natal, embora se enquadre na época, tratou-se, se me permitem, de um simples jantar igual a tantos outros, onde os presentes se sentem bem e escolhem o lugar quando chegam. Umas vezes arrependem-se, outras não. Normal.

Depois de trincharmos duas garoupas e de nos deliciarmos com uma quantas garrafas do nectar de Baco, partimos para umas guitarradas e afinamos as gargantas com a ajuda dos "Beata Tempora", prata da casa, esforçada, treinada, honesta e generosa. Saiu tudo de dentro e com prazer. No Facebook do Sabor da Beira (quem ainda não conhece, que se ponha a caminho https://www.facebook.com/sabor.dabeira/) podem assistir a um autentico repertório testemunhado por diversos vídeos ali publicados. O contágio foi rápido, ao bandolim, ao adufe e à(s) guitarra(s), depressa se juntaram as vozes e se encorparam as cantigas e as modinhas.

Quantos eram? Não sei e também não fui ao jantar para contar espingardas, só para estar com os amigos. E estive. Atrevo-me a dizer, estivemos.

Combinamos para 28 de Janeiro, mais uma jantarada no Olissippo e, mais uma vez, todos estão convocados para comparecer. A seu tempo daremos notícias sobre o nobre evento, que marca mais um ano do Sabor da Beira como espaço de convívio entre ex verbitas e as suas famílias, que aproveito para convidar e para abrilhantar, ainda mais, a festa.

Boas Festas!

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Improvável!

Ainda me recordo dos primeiros contactos em Fátima, nos encontros AAVD, e da ideia de "amigo improvável" que tive do Amâncio de Ronfe, tal era a sua espontaneidade, que eu confundia com a sobranceria de alguém "mais velho e iluminado". Durante muito tempo, foi esta a ideia que retive do Amâncio. Até que  deixei de o ver por Fátima e, fisicamente, nunca mais nos cruzámos. 
Nas novas encruzilhadas da vida, quis o destino que nos cruzássemos na improbabilidade do mundo digital, que chega a ser um "mundo muito mau" e, por outro lado, tem algumas coisa boas. O meu reencontro com o Amâncio, foi um desses momento privilegiados que nos tornou mais cúmplices (não me atrevo a dizer amigos porque o Amâncio já não me pode responder) e que nos permitiu conviver, quase diariamente, partilhando o que de mais verbita existia em cada um de nós. Não nos víamos e não falávamos fisicamente mas partilhávamos conversas, pensamentos, discussões, ideias, "birrices", coisas banais do dia-a-dia... que eu chegava a publicar e partilhar, quase religiosamente, na "palavra do dia do meu amigo Amâncio" no meu FB pessoal. Não sei se sabem, mas o Amâncio, no FB, tinha o costume de iniciar as suas "tretas" do dia, com um pensamento e, havia "maduros", onde eu me incluo, que o liam e o partilhavam com muita regularidade com os seus amigos, acrescentando os seus comentários, alimentando, assim, a discussão iniciada pelo Amâncio. E foi assim, durante os últimos anos, o meu relacionamento e a minha cumplicidade com o Amâncio. 
Mas não pensem que esta relação foi ingénua, hoje percorri o perfil do nosso amigo para recordar alguns momentos e deparei-me com alguns factos que eu desconhecia e que me "incomodaram". Alguns amigos meus, liam as minhas partilhas das "palavra do dia do meu amigo Amâncio" e para além de comentarem ou gostarem, tornaram-se seus "amigos" e estavam envolvidos noutras discussões, que eu nunca partilhei, nem conhecia, com o Amâncio. Esta descoberta deixou-me particularmente feliz por ter descoberto esta faceta de excelente comunicador do Amâncio e de ter contribuído para que outros pudessem
desfrutar a sua sagacidade, da clarividência com que "despachava" os temas e as "tretas", com sentido de responsabilidade, com a profundidade q.b. e sobretudo com uma honestidade intelectual de um grande Homem.
Foi um Amâncio "digital", diferente, aquele com quem convivi nos últimos anos, distante de uma outra personagem que conheci nos textos do Lux Mundi, da ceia dos notivagos, das Assembleias da AAVD de Fátima. Mais descontraído, mais tolerante, sagaz e inteligente.
Foi um privilegio Amâncio e concordo com o escreves no teu livro, Nariz Entupido ou Um Segundo Renascer: “Diz-se que estradas rectas e mulheres sem curvas só dão sono. É por isso que estes “percalços” nos vão mantendo vivos e sem o nariz entupido para continuarmos a rabiar.
…Vou reinventar-me e tudo fazer para jamais ter o nariztupido da historieta”.
Reinvente-mo-nos pois... dando à tua "partida" o mesmo sentido da proposta que nos fazes.
Até sempre Amâncio!