sexta-feira, 18 de outubro de 2013

ENCONTRO do TORTOSENDO 2013


Aproxima-se a data do Encontro anual no Seminário do Tortosendo, no último sábado de outubro (dia 26).
Apela-se à adesão a esta tradicional actividade, que já criou raízes nos costumes dos beirões e outros (ex-)verbitas.

Será um dia de reencontro de amigos e antigos colegas do seminário.
O programa será semelhante ao de anos anteriores.


Podemos contar contigo?

Faz a tua inscrição até 21de Outubro (2ª Feira) para:
     Adérito Santos - 966759283
André Gonçalves - 965527435 / ango@netvisao.pt
António Melo - 963048813 / melofam@gmail.com
Tiago Silva - 964381831
                                                 
          PROGRAMA:
10h30 - Receção
12h00 - Missa
12h45 - Foto de grupo
13h00 - Almoço

Durante a tarde: convívio com lanche e muita música!

A Comissão Organizadora

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

7 semanas em África*

O Pe José Antunes regressou de África no dia 18, após sete semanas de missão e de trabalho intensivo em Visita Geral às comunidades SVD do Congo e do Chade.

"A Visita Geral é uma ocasião para conhecer o trabalho missionário no terreno, encorajar os nossos missionários, escutar a voz do povo, conhecer as suas dificuldades, para termos uma visão mais objectiva da realidade. Em Roma, muitas vezes temos de tomar  decisões sobre as nossas comunidades e os nossos trabalhos. As Visitas Gerais que, de seis em seis anos, se fazem a todas as províncias SVD são um dos meios mais apropriados para conhecer a realidade da nossa Congregação e das pessoas com quem trabalhamos.”

Estes são alguns apontamentos de viagem do Pe José Antunes que aqui partilhamos com todos os amigos.



CONGO-01: Foto junto ao rio Congo, com dois verbitas congoleses; apesar de estarmos na estação seca, o rio é enorme e poderoso. Missa na igreja de Notre Dame d’Afrique. A equipa do «Verbum Bible», uma instituição SVD para a divulgação da Bíblia em línguas africanas.



 

CONGO-02: Fotos na quinta de Bibwa, um terreno que a SVD está a começar a explorar nos arredores da capital. Numa das fotos, estão a preparar o almoço para todos nós.



 


CONGO–03: Algumas fotos no interior do Congo (Bandundu e Beno). Cruzando o rio Kwilo. À nossa espera na outra margem.

 

CONGO-4: Estrada Bagata-Kikwit;  grotto de Nossa Senhora; Assembleia Provincial em Ngondi;

 
 


CHADE-1: Fotos de: igreja de S. Arnaldo Janssen, em Laramanaye; com o P. Frederic Koubi nos campos onde a paróquia cultiva milho, arroz e feijão. O P. Frederic é togolês, mas  fez a teologia em Lisboa; uma estrada na paróquia SVD de Boro.  

 
 


CHADE–02: Os sete missionários SVD no Chade;  reunião com o Conselho Pastoral da paróquia de Boro;  esperando pelo almoço... e almoçando na paróquia de Boro.  Celebração eucarística.

*Com a participação do Pe. José Antunes, a quem aproveitamos para enviar o nosso reconhecimento.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Pedra Pequena

Sexta-feira, 11 de outubro
O nosso colega e amigo Luís Cerejo está de parabéns! Concluiu o seu segundo livro, não de contos, como o anterior, mas um romance feito de muitas histórias. O livro chama-se Pedra Pequena e ele explica no Prefácio:
  
O título “Pedra Pequena” corresponde a uma expressão que existe em variadíssimas Línguas e Culturas e foi-me inspirado por uma canção de Paco Ibanez que explica que uma “Pedra Pequena” é a pedra que não servirá para grande coisa. Talvez possa vir a ser utilizada, eventualmente, num muro vulgar ou numa estrada.


   “Pedra Pequena” nunca servirá para esculpir uma coluna, para portal de uma igreja, pilar de um palácio ou ameia de um castelo.
   “Pedra Pequena” é como a Vida… uma tragédia e uma comédia gregas em simultâneo.
   “Pedra Pequena” não é, afinal, Castelo Branco.
   “Pedra Pequena” somos todos nós.

O Luís Cerejo deu-me a honra de apresentar o seu livro e eu, logo no início, escrevo sobre o nosso passado comum, onde ganhámos o gosto, um vício bom, pelos livros:
   Conhecemo-nos desde o longínquo outono de 1968, quando, ainda miúdos, ingressámos no Seminário do Tortosendo, onde fomos colegas, da mesma turma, durante cinco anos.
   Entre aulas matinais, tardes de estudo, entrecortadas com futeboladas, e orações de manhã à noite, havia um momento de silêncio e leitura livre às 21 horas, imediatamente antes de deitar. Para esse momento, e outros clandestinos nas horas de estudo, fornecíamo-nos na Biblioteca, que ficava logo à direita de quem entrasse naquele enorme casarão.
   Havia um cavaleiro com uma espingarda de três tiros, num cavalo da cor da noite, que voava como o vento sobre as areias do deserto, se o dono lhe assobiasse entre as orelhas. E o Corsário Negro, herói vingador dos irmãos, o Corsário Vermelho e o Corsário Verde, sempre vitorioso contra os governadores das colónias e os navios que sulcavam o mar das Caraíbas. E também o Sandokan… E ainda os índios Apaches, nas pradarias da América do Norte, guiados pelo grande espírito Winnetou que falava ao grande chefe Manitou através da montanha sagrada. Quanta imaginação Emílio Salgari e Karl May semearam nas nossas mentes!
   Mas não foi pelos livros que soubemos daquela outra montanha sagrada, o Monte Sinai, onde Javé falou a Moisés e lhe entregou a Lei das Doze Tábuas. Foi no cinema, às segundas de tarde, projetado no refeitório, arrumado para sala de espetáculos. Ali, no ecrã, nem precisávamos de imaginar, era tudo real. “Os Dez Mandamentos”, “A Bíblia”, filmes de índios, exércitos e cowboys. Um mundo tão grande!
A apresentação do livro realiza-se no dia 11 de outubro, a próxima sexta-feira, pelas 18 horas, no auditório da Biblioteca Municipal de Castelo Branco. É uma edição de autor, como o anterior.
As personagens principais do livro são três amigos que se encontram diariamente e partilham as pequenas alegrias e misérias da vida. Vamos juntar muitos amigos e saborear com o Cerejo a festa da vida!


José Teodoro Prata

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Nome de guerra: JESUS



Os últimos tempos dão-nos muito que pensar. Dou comigo a fazer o balanço daqueles anos em que julgávamos que podíamos construir um futuro novo. E porque tenho a salutar capacidade de me rir de mim próprio, quero partilhar convosco uma saborosa história que se passou comigo, naqueles tempos.
Saído do Seminário em pleno Verão Quente, vinha imbuído da social-democracia que em Portugal tanto se podia chamar PPD como PS. Mas o meu pai dizia que devemos estar sempre do lado do trabalhador e eu não via isso nestes partidos. Andei baralhado, por uns tempos, mas um dia vi na televisão um comício da UDP e decidi-me. Nas nossas Festas de Verão, em finais de setembro, já éramos um grupinho e acabámos por conhecer um casal dos Borregos que tinha vindo de Lisboa saber como era o Portugal profundo dos seus pais. Levaram o nosso contacto e meses depois já eu insultava o grupo de agricultores que, ciosos da propriedade privada, boicotaram uma sessão de esclarecimento sobre a criação de uma cooperativa agrícola em terras do Visconde de Tinalhas, dinamizada por um nosso camarada engenheiro agrónomo. Livrei-me de uma carga de porrada por ser filho de quem era, soube anos depois.
Um dos pontos altos da minha atividade política foi a campanha eleitoral de Otelo à Presidência da República, em 1976, já na fase mais cinzenta da ressaca da revolução. A minha terra teve um dos maiores GDUPs da região. Após as eleições, a polícia andou pelas aldeias a recolher os nomes de todos os apoiantes do Otelo, numa ação à escala nacional. Ter sido integrado nessa lista pidesca é para mim uma grande honra, ainda mais sabendo ao estado a que esses senhores do 25 de Novembro nos trouxeram (e mesmo discordando na altura e agora, de tantas e tantas coisas que a esquerda revolucionária pensava e fez).
No final do ano, retomei os estudos, em Castelo Branco. Fui imediatamente integrado na estrutura local da UDP. Depois contaram-me um segredo: a UDP não era tudo, o tudo era o PCP(R). Fiquei baralhado e ainda mais quando soube que esse partido era clandestino. Porque sim.
O meu batismo fez-se em reunião noturna, numa aldeia dos arredores da cidade. A célula era formada por dois professores, dois estudantes e um pastor. Comigo, ficámos três estudantes. Um partido clandestino exigia um nome clandestino, como é lógico. Perguntaram-me que nome queria adotar e eu fiquei pensativo e respondi: JESUS. Riso geral. O camarada responsável da célula, formado na grande escola da cintura industrial de Lisboa, sabia que não se podia brincar numa reunião e por isso pediu um intervalo. Então todos nos pudemos rir às gargalhadas. “Imaginem a reunião do Comité Central: Camaradas, temos um novo camarada na Região Outubro: JESUS.” Retomámos os trabalhos e foi-me sugerido escolher outro nome, mas bloqueei. Que outro nome melhor para designar alguém que trabalhava em prol dos outros? Foi-me sugerido Paulo, pois São Paulo fora importante nos primórdios da Igreja. Aceitei e penso que fiquei bem servido.
Tive sempre muitas dúvidas, como seja aceitar a ditadura do proletariado, eu que aspirava a uma sociedade genuinamente democrática. Mas conheci a vida dura e solitária dos pastores, a lutas dos professores na formação do seu sindicato, fiz trabalho académico na minha escola e trabalho cultural na minha terra, acompanhei as tentativas das minhas gentes para construir uma vida comunitária melhor, fui a um congresso, participei em manifestações… Um dia pintei um mural diante da casa de uma colega da escola. De manhã ela protestou pela paisagem que eu lhe impusera ao acordar. Eu neguei, mas ela apontou-me para as sandálias, salpicadas de tinta, como um arco-íris.
Depois vieram as divergências internas sobre as alianças à esquerda, problema ainda não resolvido e que é um dos responsáveis pelo estado atual do país, pela inexistência de uma alternativa ao presente liberalismo. E as falhas na democracia interna, no chamado centralismo democrático, bom e eficiente quando é democrático, completamente torcidário se alguém de cima quer desrespeitar os direitos das estruturas inferiores. (Na verdade, o centralismo democrático não é muito diferente do regime de organização interna da Igreja Católica!)
Por isso implodimos totalmente o PCP(R) e parcialmente a UDP. Em jeito de balanço, penso que nem uma gota de água fui no grande mar da nossa revolução. Fiz bons amigos, alguns do maiores até hoje. Mas havia pouca preparação e demasiada generosidade e impulsividade. E muito sectarismo entre todos os que eram diferentes, vício que vinha da clandestinidade do antes 25 de Abril e que continua bem vivo à esquerda, para gáudio da direita, muito mais pragmática e calculista.

Entre os crimes do cónego Melo e seus pares, no Verão Quente de 75, (mataram o meu camarada Pe. Max) e os crimes das FP 25, nos anos oitenta, houve muita gente simples, que fez coisas simples, de um e do outro lado da barricada, na esperança de melhorar a sua vida e a dos outros. E conseguiu, pois nunca os portugueses viveram como nas últimas décadas (e ninguém me queira convencer de que foi um crime, os mais humildes também têm direito à dignidade!). Mas muitos filhos da democracia aproveitaram-na apenas em seu benefício e alguns querem empobrecer-nos a todos, apenas para agradar ao grande capital mundial e daí tirar proveito pessoal. Há cerca de dois, três anos, um dos homens mais ricos dos EUA dizia que se estava a travar uma guerra entre o capital e o trabalho e que o capital estava claramente a vencer. Se ele o disse, quem somos nós para duvidar? Aliás, já estamos a senti-lo na pele.

sábado, 8 de junho de 2013

Mas que bela caldeirada aviada em Távola Redonda!

Daniel Reis

Annuntio vobis amici mei que estou prestes a decair na prática de uma razoável inutilidade.  O que não é bonito, devem presumir, para um senhor da minha idade e do meu estatuto, cá no bairro social dos arredores da grande cidade. a coisaté poderia ser considerada mais grave, se avaliássemos apenas pelos seus  dois ângulos de base. O primeiro é que, sendo tal acção desprovida de utilidade visível (ou configurando apenas uma utilidade residual), não teria verdadeira justificação eu envolver-me, assim, nela. O segundo é ainda mais forte e contundente e decorre, directamente, do meu estado e predisposição actuais. Ou seja: continuando firmemente agarrado ao tal programa político e filosófico de vida, que me inibe de fazer, sequer, a ponta de um corno, é óbvio que me ficaria muito mal, por contraditório, dispender esforços físicos(isto de dar ao dedo tem que se lhe diga…) e exigências intelectuais (ou não sabiam que pensar, cansa?) na prática efectiva de uma inutilidade.

«Mas que inutilidade é essa, de facto, se tanto te atrai e te põe à beira da cedência?» - perguntarão os meus amigos, que ainda sigam o fluxo deste arrazoado. «E que conversa é essa, ainda por cima embrulhada em filosofia barata, em vez de desembuchares já?», dirão, porventura mais irritados, outros já menos amigos, a esta hora.

Pois é. Como algum desses meus intrigados amigos deve chamar-se Ricardo, Luis GarciaXico Barroso, NicolauA. Monsanto RegistoFernando Carvalho, Artur Barata ou Vitor Baptista, o facto é que eu me sinto intimado a dar-lhes de imediato uma justificação. E que, no mínimo, seja plausível, pois ninguém deste clã vai em cantigas nem é facil de enganar.

Mas antes tenho de também eu perguntar-lhes se ainda se lembrade uma certa caldeirada, bem servidabem aviada e ainda mais bem enfardada, há justamente uma semana, à volta de uma certa Távola Redonda? Não, não foi nas terras do Rei Artur, essa distante Bretanha de nevoeiros, duendes e lendas, mas sim na Caparica ali à mão, de mar chão e vistas largas, para lá do pôr do sol do entardecer melancólico. É que eu já mal me lembrava… ou fingia que me esquecera, para escapar ao compromisso assumido com o clã, no sentido de aviar uma prosa de complemento à reportagem do repasto, neste nosso bem amado ponto de encontro virtual.

O problema é que, passado o fim de semana -- um longo sábado e um pachorrento domingo -- na posição horizontal do meu sofá principal, a ver bola, muita bola (até a brasileira serve, agora que a portuguesa se saldou por um sétimo lugar para uns e um triplo êxito para outros, obtido nos descontos, como bem sabem…) cheguei a segunda-feira de caneta afiada e… vamos a isto que se faz tarde e o Vítor já anda por aí a dizer que eu prometo escrever e, depois, nicles.

Nesse interim, abro o Sabor da Beira e, no link ‘Jantar tertúlia’, que vejo eu? Nada mais, nada menos que um bacanal de fotos, uma dúzia para aí delas, com pôr do sol e tudo, mesa farta e caldeirada a quase saltar do prato, de tão real, tão lindamente fotografada pelo mais que emérito Vítor Batista! E, aí, desabei absolutamente, do alto da minha prosápia de repórter do paleio (ou seja, do palavreado) para exclamar: ‘Oh quão inútil é a tarefa a que te comprometeste e que seria a de embrulhar as fotos do Vítor num laçarote de palavras!’.

Se havia coisa que elas dispensavam, era exactamente o embrulho, pois brilhavam por si próprias. E o bom do repórter fotográfico (que, ainda por cima, faz o boneco e enfia-o logo no blog…) até lhe acrescentou logo legendas que dispensavam qualquer outro aditamento. Por tudo isso, admiti logo desistência. Depois, até o «mail» me empurrou para a nega, já que esteve três ou quatro dias supenso, para travar um hipotético ataque viral, não sei de quem. Mas chegada a sexta-feira, uma exacta semana depois do ataque dos nove cavaleiros esfomeados à Távola Redonda da Caparica, repensei o caso e, enquanto o Cristiano Ronaldo se esfalfava na tentativa de marcar um golo á Rússia, eu propus-me mesmo avançar na prática desta razoável inutilidade, ainda que para isso tivesse também de me esfalfar.
E aqui me têm pois, para concluir que, se uma foto vale por mil palavras, como me ensinaram lá pelos jornais que frequentei, era-me materialmente impossível acompanhar o ritmo do reporter encartado do Sabor da Beira, um tal de Vítor de Cebola, não sei se conhecem.

Não me retiro porém, pelo burladero, sem antes anotar duas ou três coisas que me parecem relevantes e que remanescem da referida jantarada na Costa da Caparica.

A primeira é que fomos comer ao Barbas, sob recomendação do Fernando Carvalho, que de hotelaria e comes e bebes não pede meças a ninguém. E, como é óbvio, eu lagarto empedernido franzi o sobrolho e perguntei se não havia nada melhor que a casa desse lampião de primeira fila. Porém, face ao aparato das iguarias, logo coube fazer mea culpao cenário da coisa resplandescia, entradas a dar com um pau e todas magníficas (só as não arrolo para não despertar o horrível sentimento de inveja, a quem não foi…). E o Barbas, ele próprio, veio confraternizar à mesa connosco, provando uma vez mais ser muito mais simpático do que, porventura o pintem. E em especial com os lagartões do grupo, que eramos poucos, mas bons, como já deveriam saber das lides indígenas da bola.

A segunda é que sendo nós menos que os esperados, em vez da habitual mesa rectangular, pudemos abancar numa belíssima mesa redonda e assim falarmos face a face, sem carecer de gritarias, alongando mais facilmente o convívio noite fora. Se fossemos 12, a invocação da Távola Redonda viria de imediato à baila e o pobre reporter, à míngua de imaginação, até era capaz de lhes chamar cavaleiros. Mas lá porque éramos só noverevolto-me eu agora, não se deixe de insistir na Távola Redonda. Concedo não falar mais de cavaleiros, mas não me proibo de nomear o Xico Barroso como o Lançarote do grupo. Ou Lancelote, se ele preferir.

A quarta nota é para lhes garantir, prezados amigos meus, que aquela caldeirada de peixe – à base de tamboril (e as ovas do dito, que maravilha!), safio e raia -- era do melhor que já me passou pelo goto. Tão boa que, prevenidamente, lá arrematei uma dose dupla para trazer para casa. E, sabem que mais? Além de barata, cumpriu a sua função no dia seguinte, com dignidade e galhardia. Aliás, o Barbas fez um preço mais calhado a sportinguistas falidos e em baixa total de crédito, do que a impantes benfiquistas com os mui falados sucessos da época ainda a reluzir.

Por fim, isto é mesmo imprescindível dizer-se, é que só tarde percebi porque razão, em casa de lampião, se podia comer uma caldeirada daquelas. É que o Chefe, o grande Chefe Virgílio, é do Sporting! Como eu e o Ricardo bem pudemos atestar ‘in loco’ e o Vítor também registou para a posteridade, entre a dúzia de fotos da coisa que tornaram absolutamente inútil o arrazoado que ora, prestes, vouterminar. A propósito: vou nas 1.200 palavras, o que nem para foto e meia do Vítor dá. Uma inutilidade, de facto, tanta prosa. Sorry.

Beijinhos a quem não participou nesta nossa tertúlia de Maio (mês de 31 dias, como sabem), na intenção de que se preparem para a próxima que, segundo os habituais organizadores (Lancelote e seus pagens) será igualmentede arromba.