quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

P. Estanislau Chindecasse nomeado bispo do Dundo


O Santo Padre nomeou o padre Estanislau Chindecasse S.V.D, como bispo de Dundo, em Angola.
O P. Chindecasse nasceu no Huambo (Angola), em 18 de Agosto de 1958. Ingressou na SVD em 1980. Fez o noviciado em Dueñas, Espanha, de 1981 a 1982, onde emitiu os primeiros votos em 1982. Fez a profissão perpétua em Portugal em 1986.
O P. Estanislau completou a Teologia na Universidade Católica de Lisboa e foi ordenado sacerdote na sua cidade natal de Huambo em 22 de Novembro de 1987. Após a ordenação, trabalhou três anos na República Democrática do Congo, então denominada Zaire, antes de começar a ensinar na casa de formação da SVD em Angola. Em 1994 foi para Roma doutorar-se em Filosofia. Em 1999, enquanto ainda estudava em Roma, foi chamado a integrar o Conselho Geral, cargo que ocupou até ao Capítulo Geral de 2012.
A diocese de Dundo, situada na província de Lunda-Norte, tem uma superfície 10.130 quilómetros quadrados, 827.000 habitantes, 269.000 católicos, 10 sacerdotes e 17 religiosas.

"Reverendo Estanislau Chindecasse,

votos de continuação de bom trabalho missionário junto do povo de Deus que te acolhe como um eleito e representante do Grande Pastor".
Os amigos do Sabor da Beira

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

pe j. antunes - svd



«O Verbo Divino escolheu ser um peregrino connosco para nos conduzir à glória e nos fazer seus irmãos e irmãs» (S. Arnaldo Janssen)

«The Divine Word chose to be a pilgrim with us to lead us to glory and make us his brothers and sisters»
(St. Arnold Janssen)


Um Santo e Feliz Natal!
Wishing you a holy and happy Christmas!
j. antunes, svd

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

...notas de castanhas e jeropiga!


... 19.20h, já poucos vestígios restavam da nossa presença. Os últimos abraços custavam a arrancar e o interesse pelo próximo evento aguçava as curiosidades. Não... não, ainda não estou a falar do encontro nacional da AAVD em Fátima. Coisas da nossa tertúlia, que se misturam e ficam bem! Foram lançadas algumas pistas e a receptividade foi excelente. Fiquem atentos!


Os últimos acordes ao som dos "olhos negros" anunciaram o fim de alguma animação possível, com os resistentes do costume a puxar pelo grupo que, de um modo geral, não se deixou tocar pelo entusiasmo. A "plaina", na voz sentida de um excelente coro improvisado, foi a sequência natural  de um momento especial em que o nosso companheiro, Eduardo Rego, aceitou o desafio de dizer para nós uma passagem do livro de Luis Cerejo "A camioneta da Carreira". Finalmente, a voz única do Eduardo sobressaiu do ruído que "alguns" teimaram em manter e, o Luis Cerejo, finalmente, falou connosco através de um texto cheio de sabor da beira!


As castanhas, o excelente queijo, os enchidos e outras iguarias tiveram a companhia de lotes de vinho de eleição, ao nível das melhores provas e de rasgados elogios de todos os que os degustaram. E eram exigentes! Reservo um paragrafo para a jeropiga caseira do Casimiro que recebeu nota máxima. Para o ano há mais?... (a pergunta ficou atravessada na garganta de todos). A mesa estava composta e é o resultado da preocupação dos inexcedíveis organizadores, Messias, Vicente, Pinto e as suas companheiras e nossas amigas, Natividade, Luisa e Olivia. Obrigado pelo vosso esforço.


Ainda os últimos raios de sol não se tinham despedido e a sala já estava composta e acolhedora à espera de mais corações quentes, dos amigos aguardados. Não deixa de ser digno de uma nota especial e revelador daquilo que nos une, o exemplo de dois amigos que, pelo segundo ano, se deslocam de Castelo Branco ao nosso magusto em Lisboa, o José Januário (Peres) e a Sylvie, um casal simpático e amável que merece a nossa admiração. José e Sylvie, para vós a nossa admiração. São exemplos como estes que nos permitem pensar e dizer que vale a pena continuar a cultivar a nossa amizade. Ao João Marques e à Sandra, também quero dizer, foi bom ter-vos por cá, mais uma vez!


Quando cheguei, ao contrario do era de prever, a tarde estava amena e de sol. O Messias, já preparava as brasas para os grelhados que nos deliciaram. O Vicente, não sei onde, tratava das castanhas e como que por magia, desaparecia e aparecia sem perder "o fio à meada", para virar as castanhas. O Pinto dava os últimos toques na área do Secretariado da AAVD-sul, imparável como costume. Foram a alma da coisa.

O Sol, finalmente, rompeu!


Nota pessoal: Até aqui falei de factos, agora vou falar das emoções. Só posso falar, está claro, das minhas!
Apesar de tudo estar preparado e desenhado para ser um convívio franco, partilhado, sincero e amigo, na realidade, não foi assim que o senti. É costume sermos um. Reconheço que há figuras mais carismáticas e simpáticas para conjugar todos estes estados de alma. Mas, a decisão de aderir é individual e única e não são os formalismos que, per si, "fazem" os acontecimentos que cultivam a amizade. A entrega e a atitude dos que estão, cada um à sua maneira, são a festa. E, se os tempos e os espaços do convívio fazem parte do acordo tácito da nossa adesão.,ignora-los, sinceramente, perturba.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

MAGUSTO - A A V D Delegação Regional – Zona Sul


Dia: 17 Novembro 2012 (Sábado) – às 15 H

Local: Casa SVD / Lisboa Rua S. Tomás de Aquino, 15
1600-203 Lisboa – tel. 217 220 200

Meus caros:

Como é tradicional, anuncia-se a realização do Magusto de S. Martinho, para o qual se convidam todos os Antigos Alunos com seus familiares e amigos. Decide-te a participar …e poderás passar uma tarde alegre!
  
A Delegação Regional encarrega-se das castanhas assadas, chouriços, febras e pão, do vinho e sumos....... 

Quem quiser trazer uma garrafa de vinho, jeropiga, queijo, presunto, petiscos regionais e sobremesas, tudo isso ajudará a compor a mesa.

É uma boa oportunidade para os que ainda não conhecem a casa, e para os outros é sempre bom regressar onde nos recebem bem.

Solicita-se a quem tenha uma concertina ou uma viola, que traga para animar o ambiente festivo. Desafia um amigo e venham juntos!

Para os organizadores poderem adquirir os géneros na 6ª Feira, agradecemos o favor de confirmação das presenças até dia 15 de Novembro (5ª F --22h) ou sendo pela Internet até às 24h.
--António Pinto: 214 575 118 e 963 987 686 – email: pintolivia@sapo.pt

Para os que têm a net como elo de ligação, O BLOG Sabor da Beira, como é hábito dará todo o apoio a esta iniciativa.

Apelamos a todos que se inscrevam aqui no Blog…

Esperamos por vós e enviamos saudações verbitas.
                                                                         
Os Delegados da Zona Sul                                                                                         
                                                                           
Pinto, Vicente e Messias        
       
___________________________________
MAGUSTO 2012 – AAVD-Zona Sul
Lista de Presenças:
Albertino Antunes
Aníbal Marques
Antero N Paulo
Antº CASIMIRO Barata, Leonor e 4 familiares
António Lobo da Silva
António Paulos, Luna e 2 cunhadas
António Pinto + Olívia
António Registo e São
António Reis
António Rosinha + Mª José
Antº Rui Dias Barata
Antº Vicente Almeida + Luísa
Apolinário Mendes
Arlindo Mateus Ascensão
Artur Santos
Eduardo Rego
Francisco Cruz Matos e Isabel Mª
Francisco Jerónimo
Henrique Nunes
João A A Marques e Sandra
José Delgado
José Magalhães + Guiomar
José Peres Januário e Sylvie
Luís Vaz
Messias Gomes + Natividade
Manuel Nobre
Nicolau Marques e filha
Vítor Baptista
Pe. Américo Meneses
Pe. David
Pe. Manuel Abreu
Pe. Valentim
TOTAL: 50 pessoas, sendo 28 AA, 11 esposas, 7 familiares e 4 padres


terça-feira, 30 de outubro de 2012

TORTOSENDO- 2012


Tradição de festa e amizade
cumprida com todo o rigor

     Na radiosa manhã do último Sábado de Outubro, dia 27, como manda a tradição, os caminhos de muitos ex-alunos verbitas conduziram ao Seminário do Tortosendo. A alameda de acesso estava repleta de carros. Ao chegar cumprimentavam efusivamente os seus antigos colegas e os conhecidos destas andanças. A concentração fez-se no largo entre a capela e a porta da entrada principal. Formaram-se pequenos grupos que conversaram com animação. Refira-se que o Agostinho Silva, veio propositadamente da Guarda para cumprimentar os antigos colegas, pois tinha outros compromissos que o obrigaram a partir. A animação era tanta que o pessoal não deu pelo tempo passar. Foi preciso o Leonel avisar que estava na hora da Missa.
     A capela estava bem composta, tendo a Eucaristia sido celebrada pelo Pe. Jerónimo e pelo Diácono José Joaquim Pereira, de Pousade/Guarda, com o Leonel a acólito. Este ex-aluno proclamou o Evangelho e fez a homilia, em que deu testemunho do seu percurso de verbita e do caminho seguido até esta nova etapa ao serviço da Diocese da Guarda. Os cânticos foram assegurados por um coro improvisado, com acompanhamento musical do Madeira Antunes no órgão, Maurício, Ismael e Vítor Batista nas violas. O Pe. Jerónimo saudou e deu as boas vindas aos presentes, desejando bom convívio. A tradicional foto de grupo mudou de local, e desta vez foi no pátio.
     No corredor de acesso ao refeitório estava uma exposição do Dia das Missões, tendo algumas senhoras aproveitado para adquirir alguns artigos, revertendo a receita para as missões. A Comissão Organizadora, constituída por Ismael, Licínio, José Eduardo, Leonel e Trigais, teve apenas uma semana para tratar da logística. O arroz à Valenciana estava delicioso, e foi confecionado por Luís Costa, cozinheiro da UBI na Covilhã. De salientar o trabalho incansável dos cinco elementos da organização, que asseguraram um serviço de mesa impecável.
     Passou-se Bar, onde decorreu a animação ao som das concertinas do Costa (da Capinha), do Tiago e do Meleiro e algumas violas e as baladas do Maurício. O Magusto decorreu no antigo campo de Voleibol, com o José Henriques no grelhador a assar as castanhas com mestria. Algumas mesas de apoio foram deslocadas para este recinto. O lanche constou de febras, entremeadas, morcelas e chouriços assados com pão e vinho, que elementos da comissão e ajudantes colocavam nas mesas, numa dedicação digna de registo. A animar o ambiente lá estavam os tocadores de concertinas.
     Já a noite caía quando se deu a debandada, ficando apenas alguns resistentes que ajudaram nas arrumações.
     Com base em dados provisórios, podemos indicar que participaram 66 ex-alunos mais 31 acompanhantes, e três verbitas, num total de 100 pessoas. O número de presenças é quase igual aos 110 em 2010. Mas é inferior aos 138 de 2011, que foi excecional por ter havido ponte com o feriado dos Santos, que muitos beirões aproveitaram para ir à terra natal e passar o dia de Finados.
     A divulgação do Encontro no Blog e Facebookdo Sabor da Beira, bem como no Lux Mundi, contribuíram de forma eficaz para o êxito desta actividade. Bem-haja a todos, de modo especial aos participantes, que são a razão de todo este esforço!



Um dia belíssimo em Oleiros

     Um grupo de 16 pessoas rumou a Oleiros para pernoitar no Hotel Santa Margarida., que abriu ao público em 1 de Outubro de 2012. De instalações amplas, tem um ambiente acolhedor. Estava patente uma exposição de pintura e escultura do António Colaço, a quem felicitamos pela arte e talento.

     Apesar de saciados com o almoço e lanche no Seminário, esperava-nos uma Ceia Beiroa. Com pão e azeitonas mais acepipes variados, pudemos degustar o vinho Callum que é um típico branco desta zona, novidade para a maioria dos presentes. Da ementa constava sopa de peixe do rio, peixe frito de cebolada e depois foram surgindo na mesa vários petiscos para saborear. A finalizar o repasto, um típico doce de medronho. O serão decorreu com muita animação, conduzido pelo inigualável José Freire, que pôs todos a cantar e a rir às gargalhadas com as suas pantominas. O grupo quis conhecer o cozinheiro Leonel, comparecendo toda a equipa da cozinha e serviço de mesa que foram aplaudidos. Já a noite ia longa quando recolhemos aos quartos para repousar. Foi um dia intenso, pleno de alegrias e emoções.
     Felizmente que a noite se pode prolongar, devido à mudança para a hora de Inverno. A manhã foi aproveitada para conhecer os arredores, e fomos até Álvaro, tendo visita guiada à Igreja Matriz e Capela da Misericórdia, rica em ornamentação e história.
     O ponto culminante da ida a Oleiros seria o almoço-convívio de Domingo, que reuniu à mesa 40 convivas. Esteve o grupo que pernoitou, mais o Madeira Antunes com um grupo de nove pessoas das Minas da Panasqueira, acrescido com os onze elementos do Porto que acompanharam o João Carlos Lourenço. A completar o José Henriques com o Pe. Jerónimo, mais o José Lourenço e um amigo. A ementa era de requinte com entradas várias e pataniscas, seguindo-se bacalhau com broa e polvo cozido. Nos pratos de carne: cabrito assado no forno, javali, galo na púcara e maranhos, com guarnição de arroz de feijão, batatas assadas com casca e ervas da avó Beatriz. Para degustação vinho tinto da Capinha, Fundão e branco Callum. A completar sobremesa regional, café e aguardente de medronho.
      Após tão lauta refeição seguiu-se a parte recreativa, para o pessoal se mexer. O Madeira Antunes no acordeão, o Vítor Batista na viola e o Freire a comandar a folia com alguns elementos a cantar e a bailar, enquanto os restantes assistiam.
      Encerrou-se com a foto de grupo frente ao hotel, já passava das cinco da tarde. Despedidas e saída, pois a viagem de regresso ainda seria longa.
      A quem não pode ir a Oleiros, fica a sugestão de aproveitarem para conhecer numa próxima oportunidade.
                                                                                       António C. Pinto