sábado, 25 de setembro de 2010

EDP vai pedir autorização para donativo voluntário na factura da luz - JN


E fazer desta ideia um projecto familiar?
Poupar 0,30€, entre toda a família? Por mês - cerca de 0,01€ por dia!!! ... Acham que é impossível?... "envolvendo", pais, filhos...  
...mesmo em tempos de crise, doar, pode ser uma poupança!


Quais são os ganhos previsíveis?
  • Poupanças muito superiores ao valor doado!!!!
  • Educar para a solidariedade;
  • Racionalizar recursos;
  • Educar para a sustentabilidade;
  • Protecção do meio ambiente;
  • Criar novos hábitos que geram poupanças efectivas;
  • SER SOLIDÁRIO!
Exemplos de comportamentos que geram poupança de energia:
  • Desligue a iluminação sempre que não precise;
  • Use a luz natural, de preferência;
  • Desligue a tv da sala quando vai jantar;
  • Veja (+) tv em família - ao invés de ser cada um "na sua!";
  • Utilize melhor as tarifas bi-horárias;
  • Não deixe a porta do frigorifico aberta;
  • Utilize as máquinas de lavar na capacidade máxima;
  • Desligue o computador todos os dias;
  • Não deixe impressoras ligadas quando não necessita de imprimir;
  • Não deixe os carregadores do telemóvel ligados à corrente sem telemóvel;
  • Utilize (escolha) aparelhos com máxima eficiência energética;
  • Durma mais!...
Ainda acha impossível ganhar mais do que aquilo que doa?


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Faz bem partilhar

... fortalecer a amizade!

De facto, o amigo Colaço (que ainda não tenho o prazer de conhecer!... mas até parece que sim), prometeu e surpreendeu-nos. No animus60 publicou um artigo que é aquilo que se designa por "geminação". Já tinha assistido a isto entre cidades e vilas... mas entre blog's é a primeira vez!

Para lá da originalidade da forma, sobressai o teor do conteúdo que passo a replicar, na integra, como sugere o António Colaço:

ANIMUS AJUDA SABOR DA BEIRA E AAVD 
OU DE COMO OS EX SEMINARISTAS NÃO TÊM PÁTRIA
A história conta-se em três penadas e o que vai acontecer pode marcar as relações entre blogs, melhor, entre ex seminaristas de diversas proveniências como já aqui adiantamos, um destes dias.

Na conversa com um amigo recente, Paulo Pereira Lucas, lá chegamos aquela parte em que cada um conta por onde andou. No seu caso, os primeiros anos pela SVD-Sociedade do Verbo Divino, em Fátima.Estávamos no ano da graça de 1977.Aqui estão os nossos amigos:
FÁTIMA . 1977/1978 - O Paulo é o terceiro a contar da direita, na fila de trás.

Vai daí, o nosso amigo tomou conhecimento da existência deste blog. Conversa para aqui, conversa para ali, percebemos que não estava a par do que se passava com os seus ex-colegas, mas desde a primeira hora muito interessado em acompanhar a nossa dinâmica.
FATIMA 1978 -  A peça, "Os nossos pais pecaram".Presença d Pe Soares, encenador.Paulo é o 2º a contar da direita, primeira fila
  
Tentámos, então, através de dois sites dos ex-alunos do Verbo Divino, oSabor da Beira e o AAVD solicitar que alguém nos enviasse fotos onde estivesse este nosso amigo.Queríamos fazer-lhe uma surpresa. Não foi fácil a tarefa. Mas não desistimos.

FÁTIMA,1982 - Conto de Natal. Com o Pe Soares.Paulo é o 4º a contar da esquerda!

Eis, senão quando, face às dificuldades alcançadas, não obstante a boa vontade de dois amigos do Sabor da Beira, Pinto e Vítor, obrigado, e uma vez denunciados os nossos propósitos ao próprio Paulo, ele mesmo se encarregou de subir ao sótão e facultar-nos as imagens que acabamos de publicar!

Ou seja, daqui lançamos o apelo aos nossos amigos dos dois blogs em causa, para que publiquem esta notícia e assim o Paulo possa reencontrar os seus antigos colegas.



Este é o Paulo Lucas, na actualidade, e que, não obstante ocupar um alto cargo na Segurança deste país, não quer deixar de sentir seguro entre os seus amigos de seminário e não só.



Numa de toma lá, dá cá, publicamos o belíssimo texto - com sublinhados nossos - de JJAmaro, com a devida vénia, e aconselhamos os nossos amigos da animus a passarem por lá!!!
Um destes dias, na Valenciana, vamos traduzir em convívio entre os amigos da SVD, diocesanos, capuchinhos e outros, de que passados se pode fazer o hoje dos dias!
Obrigado, Paulo , pela partilha e vontade de conviver!!!
antónio colaço

domingo, 19 de setembro de 2010

Faz-me bem a felicidade dos outros


Ela é mesmo uma exigência da minha própria. Ela torna-me mais liberto, positivo, leve, sereno, paciente e sensível.
Há dias encontrei o Tiago, meu antigo aluno, que sofre de uma doença crónica. Encontrei-o bem melhor do que de outras vezes. Fez-me bem vê-lo assim. Com  ar e ânimo diferentes, acompanhados de brilho nos olhos.
Mas felicidade é o quê? As vezes que nos perguntamos são em igual número ao das respostas que não encontramos. Atrevo-me a trazer uma comparação para ajudar. Felicidade é como fazer cócegas nos pés e rir com o gozo.
A angústia e a dor dos outros também me angustia e me faz sofrer.
Assim: ajudemos, pelo menos, uma pessoa a ser mais feliz. E isso far-nos-á bem e pessoas melhores. Afastemos a ideia peregrina de podermos ajudar todos os que precisam, pois ela é daninha para o nosso equilíbrio e tolhe-nos os movimentos físicos e as operações mentais. Acabando por se tornar contraproducente, pois muitas vezes acabamos por nos agarrar a ela para nos desculpabilizarmos do nosso “fare niente”.
O meu amigo, Cornélio Kila, um holandês de coração enorme, costumava dizer-me: “josé, deus não nos pede que façamos tudo, mas que façamos o que nos for possível (o facto de não podermos fazer tudo não nos dispensa, porém, de fazer a nossa parte, como alguns pensam) e deixemos também algo para os outros”.
Deixemos as lamúrias que nos envinagram a vida, abracemos as alegrias que vão surgindo e ajudemos outras a nascer... Jj-a

sábado, 11 de setembro de 2010

Deus, pão e ternura...


Gosto de deus! Porque não está à mão de semear, para o aburguesar e transformar num produto de consumo. E porque dá sentido à minha vida. Acredito que com outros não aconteça assim... mas, se com ele é difícil…o que seria sem ele? Com ele ainda vou entendendo, com o que isto possa significar, que vale a pena andar por aqui. Crer é, afinal, atirar-se porque alguém disse que valia a pena fazê-lo...
Gosto de pão! É saboroso como nenhum outro alimento. Dá-me prazer aos dias e às mãos que o amassam. Preparado e bem cozido, acompanhado de um copo de água fresca é um alimento que activa todos os sentidos: a visão, o ouvido, o gosto, o tacto e o olfacto. É uma experiência de plenitude: comer pão, só pão!
Gosto de ternura! E quem não gosta dum braço estendido, duma mão suave, dum abraço apertado, dum beijo leve e duma palavra elogiosa?
É disto que preciso(amos) na vida! E só disto: deus como sentido; o pão como alimento e a ternura como comunicação. Jj-a

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Céu de Castilla, la vieja

(Saludos cordiales para os leitores do SdB, os quais lembrei nestes dias castelhanos)

Nestes primeiros dias de setembro de 2010, levo os meus olhos cansados a percorrer os mil campos lisos e amarelados de secos, com intermitências verdes, desta Castilla vieja e desoladora. Olho o céu velho e os campos pejados  de monasterios, catedrales e iglesias enormes de altas e de tijolinhos minúsculos. Aqui tudo é grande, muito grande… enorme até! O céu, as planícies, os monumentos... e... Aqui, as estrelas brilham mais intensamente devido aos raios esguios e compridos, a cair dum céu grande e longínquo, com mais cinzentos do que azuis.
Lembro-me de poetas e frailes, de agricultores e pastores e do que teria sido a vida, há séculos, por estes descampados áridos e tragicamente silenciosos. Gosto de Castilla, gosto da pedra dos monumentos já gasta e esfarelada, de tão secular, e do vidro velho e partido das janelas. E até das plantas a crescer nas velhas telhas mouriscas. Por aqui as pessoas são expansivas e corteses... mas falam muito alto...
É uma lugar para se olhar o céu e pisar a terra... descalço! Jj-a