terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Programa alternativo - visita às "capelinhas"


Um pormenor na adega do Martinho, no Milrico, para abertura das "hostilidades"...




Percebe-se pelo "artista de serviço", por onde seguiu a ronda: Roqueiro, claro!






Já na Vilar Barroco, muito bem recebidos pelo Anibal Antão!





A hora da despedida tem (muito) mais encanto!
Aqui os resistentes Maurício, Canhoto, Antão, Fernando, Trigais e Zé Eduardo...


Foi uma bela noitada!!!

Fotos Almoço



Um pormenor da Sala, com um representante da Cova da Beira e excelente "cantador" , como mais tarde se viria a revelar, em primeiro plano e o Ismael ao lado do Pde. Jerónimo, mais ao fundo.
















O Zé Canhoto numa explicação muito concentrada do "dito cujo"!





O Aníbal Antão e o Licínio já preparados para a fase seguinte! Mal imaginariam o que seria...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O "dito cujo"

O "dito cujo" prontinho a seguir o seu destino!



A Prova! (do delito do Xico)

Afinal, contrariamente ao que todos pensavam, os "vapores" não o afastaram e a prova é inequívoca. Embora com uma tentativa de se camuflar, por detrás dos longos cabelos do Zé,  não o conseguiu totalmente. Nem com esta manobra de diversão, conseguiu escapar à irrefutabilidade da câmara que fixou o momento! Ainda por cima de copo na mão! O nariz não engana.

Algumas Fotos do Almoço de Oleiros

Estou de minutos contados. Vou escolher o primeiro ponto de encontro, a Madeirã, onde o Paulo Urbano, providenciou uma visita à Destilaria do Senhor Paulo Silva.











Um primeiro reencontro de  sorrisos, do tipo, olha o..., dedo em riste, tu és?.... o...! Atento a tudo isto, no seu polar castanho que o protegia do frio, apesar dos primeiros raios de sol, que já aqueciam os "verdes ares" da serra do Moradal, estava o Senhor Paulo Silva, proprietário da Destilaria. 

Paciente, aguardou que se matassem as saudades e se aquecesse com umas boas palmadas nas costas a distância que os anos e o espaço cuidaram de criar entre, quase, todos nós.








Depois de entrar, não tive dúvidas, estávamos na presença de um projecto que tinha sido construído por alguém, que tem mais objectivos do que a simples produção. Cada recanto, tem uma estória, um pedaço do seu criador. E, isso, faz toda a diferença!

Uma autentica oficina de "alquimia", onde se descarrega o fruto que após demorado processo, acaba gota-a-gota, engarrafado pela mão do Mestre, uma após outra, para nosso deleite e o brinde especial, que cada ocasião exige. A famosa "Aguardente Medronheira da Madeirã!



Desde o Bolo de Mel, com que nos brindou, para acompanhar o "mata-bicho", para os mais corajosos, às explicações e respostas que deu sobre todo o processo produtivo do fabrico da famosa Medronheira, onde cada gota tem a mão do mestre, a simplicidade, a simpatia e amabilidade com que nos recebeu são inesquecíveis!

Obrigado Senhor Paulo Silva!